Este notável álbum da Konzerthausorchester Berlin, sob regência de Joana Mallwitz, joga nova luz nas sinfonias de Kurt Weill e apresenta o “balé cantado” Die sieben Todsünden (Os Sete Pecados Capitais), do compositor alemão. A Symphony Nº 1, escrita quando Weill tinha pouco mais de 20 anos, reflete o entusiasmo de um jovem artista com grandes ideias e fé na paz e na humanidade. Weill começou a Symphony Nº 2 em 1933, no mesmo mês em que Hitler chegava ao poder. Logo depois o compositor judeu se refugiaria em Paris e nos EUA e a sua obra seria considerada “degenerada” pelo regime nazista.