Comediante, roteirista, ator, radialista e, agora, pianista. Depois de abandonar o piano aos 9 anos, Alistair McGowan retornou ao instrumento depois dos 50, incentivado pela família e por amigos. Pelo resultado deste álbum, o progresso dele é impressionante. As obras aqui são todas bastante objetivas — incluindo um prelúdio de Bach e encantadoras composições de Mompou, Chopin, Philip Glass e seu ídolo, Erik Satie —, mas o artista explora bem as tonalidades e texturas por trás de cada nota. Ele tem uma aptidão natural para a música e serve de inspiração para quem deseja voltar a tocar.